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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

MONOLOGO DE UMA LÁGRIMA

Do canto dos olhos escorre lágrimas frias
Gotas de água, sal e açúcar
Carregadas de sentimento
Dos olhos de visão embaçada
Derrama-se o choro
Grito de desespero
Suspiro de alento
Das vistas cansadas
Revela-se em gotas
Emoção Ou saudade
Do órgão que tudo vê
Vê-se o interior de alguém
Exibe-se o próprio interior
Olhos nos olhos
Eu sou eu
Você é você
Não se escondem lágrimas
Não se escondem emoções
Nos olhos sinceros
Olhos puros
Que transpiram sentimentos
Deixam rolar de si
A água agridoce
Choro linguagem sufocada
Espelho da alma.

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AUTORIA: MARLENINHA CASTILHO

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